sábado, 27 de dezembro de 2008

Redenção

Mãos...
As quais me deste na hora da aflição.
Rendido entreguei-me...
Mãos...
Que no mórbido instante de angustia me
aliviam todo o peso do sentimento de derrota.
Mãos...
Que na escuridão não se ocultaram,
mas sim,
iluminaram todo o momento ainda não finalizado...
.
E a calma do eterno toma a inquietude do
instante quase que perdido,
deixando-o pleno de serenidade e paz...
.
E rendido vejo seus olhos...rendido vejo
o pulsar do coração gritante...
é o temor...
.
E temo!
.
E sinto o pulsar inquieto...Desordenado...
mas não entendo...
Que sentimento será?
Medo ou amor(...)?

Um comentário:

  1. Li os teus poemas.
    Que forte e belo apelo aos sentimentos mais profundos, poeta!
    Em cada verso percebo tuas mãos e alma em um mesmo universo lírico em que a esperança e o turbilhão de sentimentos envolvem-se.
    Marlon, continue escrevendo.
    Mais, cada dia, noite, madrugada.
    E nunca te esqueças
    de sempre doar os seus olhos a cada verso
    com se os seus olhos não fossem.
    Parabéns, rapaz.
    Abraços.

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